Novidades no Site!! - 24/Ago/2008
Saudações amigos leitores!
Esta semana, em Grinmelken, dois itens interessantes foram adicionados.
Primeiro, para quem já leu o primeiro livro é inesquecível esquecer-se de Iallanara Nindra. Como um dos principais personagens da saga “Filhos de Galagah”, nada mais justo que ganhasse seu espaço na seção PERSONAGENS.
Segundo, perguntaram-me uma vez como era a magia em meu mundo. Eu tinha uma noção de como ela havia surgido, mas foi somente escrevendo o artefato desta semana, que a idéia firmou em minha cabeça para dar mais um pouco de realismo à este mundo mágico. Confira o Livro de Melken, na seção ARTEFATOS.
Grande Abraço a todos.
Leandro “Radrak”
Novo Conto Publicado - Chagas de Dragão
Saudações amigos leitores,
É com grande prazer que venho anunciar a disponibilização de mais um conto no site de Grinmelken: Chagas de Dragão.
Não posso contar muito para não estragar o enredo, mas esta é uma história que traz a mensagem de que pessoas simples mudam o mundo. bem, já apaguei o parágrafo umas 7 vezes tentando não entregar a história, então paro por aqui.
A Chagas de Dragão é uma invenção antiga minha, a qual possui uma história bem interessante. Talvez um dia eu escreva um livro a respeito. Quando pensei neste conto, o preparei para o livro Anno Domini, mas o Batismo de Fogo a havia superado. Agora, alguns meses depois, eu a revisei melhorando bons trechos.
Agora eu a deixo nas mãos de vocês. Revisada e melhorada. Espero que gostem e comentem (esta parte é importante, pois assim eu sei se gostam ou não. ).
Para acessá-la, basta encontrarem seu link na seção: Contos
Grande Abraço!
Leandro “Radrak”
Livro 2 - O Senhor das Sombras
Saudações amigos leitores,
Hoje é um dia especial!
Sinto o peito cheio de alegria e a cabeça leve com idéias recentes. Tudo isto por ter chegado ao “fim” de mais um trabalho: O segundo volume de Filhos de Galagah, o livro intitulado “O Senhor das Sombras”. Ainda há muito o que fazer nesta obra, pois a revisão já provou ser um fardo bem pesado. Mesmo assim, a essência, a aventura e todo meu carinho já estão lá, expressos em palavras inspiradas. A história já é real e meus amigos, heróis daquele mundo, adquiriram mais experiência e estão agora, mais próximos de seus objetivos.
Devo dizer que fiquei muito feliz com este volume, pois me proporcionou bons momentos neste mundo que gosto tanto, chamado Grinmelken. Espero ter passado meus sentimentos em cada capítulo e, assim, poder transferir a experiência que tive, a vocês.
É um livro mais sombrio que o primeiro, mas que não perde nenhum dos elementos costumeiros. Como um pai coruja, agora só me resta aguardar e ouvir as respostas e conselhos daqueles que leram o primeiro e estão automaticamente escolhidos para ler este segundo.
Vida longa à Grinmelken.
Grande Abraço!
Novidades no Site
Saudações amigos leitores,
Venho cumprir com a promessa e anunciar algumas (pequenas) atualizações no site Grinmelken.
Primeiro: Eu passarei a manter um histórico das atualizações na página: Novidades, que até agora só tinha o endereço do blog. Assim, tal página pode ser consultada rapidamente para verificar as minhas últimas inclusões na “grande rede”.
Segundo: A seção Personagens estava parada até então. Hoje finalmente a atualizei, colocando uma ficha da protagonista de meu romance “Filhos de Galagah”, contendo uma breve história e alguns dados para complementar a leitura do livro. Iallanara, uma personagem do mesmo Romance, será a próxima… Eu atualizarei as planilhas conforme pensar em mais dados e os personagens, conforme meu desenhista entregar os desenhos.
Terceiro: A seção Livros também foi atualizada. Os mais atentos perceberão que eu eliminei o volume 3 da Saga dos Filhos de Galagah. Inicialmente, eu havia estimado a história em quatro livros, mas, durante o trabalho com o segundo volume, divagando sobre o rumo da história, decidi condensar o que havia de melhor nos dois últimos volumes e fazer um só. Notem que não houve cortes na história. Mas eu serei mais direto quanto ao assunto, assim como venho sendo nos dois primeiros livros e parece estar funcionando.
Espero que gostem.
Grande Abraço!
Leandro “Radrak”
Cabeça cheia de idéias, mãos ansiosas pelo teclado.
Saudações amigos leitores,
É incrível como um evento tão curto pode render tanto. Uma semana passou do lançamento do Anno Domini e aquele gostinho especial ainda está fresco, aquela sensação boa que nos faz sorrir ainda é presente.
O que é interessante e venho comentar, é que tal acontecimento me encheu de energia e inspiração. Ver tantas pessoas lá, torcendo umas pelas outras, e somando isso às pessoas que torciam de longe sem poder ir, parece ter carregado minhas mãos e mente com boas vibrações. Moral da história: Esta foi uma semana produtiva.
Estou a todo vapor com material novo para o site (que vai ao ar nesta semana), e meus personagens insistem em sair de minha mente para ganhar ações nas últimas páginas do meu livro “O Senhor das Sombras”. Fora isto, minha mente está cheia de planos; tenho desenhos a caminho, traillers sendo elaborados e novos projetos sendo planejados.
Pode parecer algo ingênuo, pensar tão à frente, quando o primeiro livro ainda está aguardando para entrar no forno. Bem, digamos que se o primeiro passo é acreditar, o segundo é estar preparado. Por isso, acredito que este seja o caminho.
Bem, novidades estão vindo aí! Aguardem somente mais um pouco. Por enquanto, apenas agradeço a energia que cada um tem me enviado. Posso afirmar que está surtindo efeito. Obrigado a todos que me incentivam ao seu modo, obrigado por me inspirar.
Aproveitando o post: Aos com um pouco mais de tempo, peço um favor. Respondam-me à seguinte pergunta: O que vocês querem ver no site de Grinmelken? Estou decidindo que material expor primeiro. Descrição dos Personagens? Mais contos? Prólogo dos Livros? Descrição da Religião? Descrição de Cenários? Artefatos? Itens de Download? Wallpapers? Por favor, me digam.
O que este humilde anfitrião pode escrever para servi-los?
Fico no aguardo de comentários.
Um Grande Abraço!
Leandro “Radrak”
Anno Domini, Algo inesquecível
Dia 19 de Julho do Ano de Nosso Senhor de 2008,
O local: uma bela mansão no início da Avenida Paulista, tombada em 1985 para ser reformada e tornar-se a Casa das Rosas. Nesta época, servindo como uma galeria de exposições de acervo artístico do estado. Anos se passaram e muito aconteceu, mas foi em 2004 que ela abriu suas portas para transformar-se no que é hoje: Um espaço público destinado à literatura. (Apesar da idéia inicial ser mais voltada à poesia). E foi nesta transformação que o então renomeado “Espaço Haroldo de Campos de Poesia e literatura” (Pois é, ficou Casa das Rosas mesmo. rsrsrs) estava destinado a ser o local de abertura de um portal que levará centenas de pessoas ao nosso passado e a mundos ainda desconhecidos. O portal no formato de um livro. Ao qual chamamos de Anno Domini.
Os organizadores: pessoas sorridentes, de bom humor e esperança incrustada na alma. Guias de guardiões que aguardavam ansiosos por abrir cada um dos portais. O primeiro, de nome Cláudio Brites, cujo primeiro nome provém de Cláudius, um imperador, um líder, e o segundo significa forte, resistente. Somente um líder forte e de resistência poderia organizar algo heróico enquanto sua vida muda com o nascimento de uma criança sua. A segunda, Helena Gomes, cujo primeiro nome significa Luz ou tocha. A luz necessária para nos ajudar a enxergar as linhas imperfeitas em nossas escrituras, durante as noites de escrita, pouco antes de as darmos como finalizadas.
O editor: que nos bastidores chicoteou e passou noites em claro, nos empurrando para lapidar cada vez mais nossa obra. Tornando uma pedra já bela, em algo ainda melhor. Puxando-nos rumo a um resultado fantástico, de arrancar suspiros dos guardiões que tinham algo a contar.
A obra: um trabalho que me trazia desconfianças pela capa, mostrou-se real e a pintura, O triunfo da morte, pareceu transformar-se diante de meus olhos e tudo se encaixou perfeitamente. Aquele livro, que tinha diversos contos maravilhosos, era belo em capa, contra-capa, tamanho e conteúdo. Tudo havia ficado para trás e restara somente ele. O final de um esforço coletivo. O causador de sorrisos e suspiros.
Estes quatro elementos, juntos, me transportaram ao evento que me apresentou um novo mundo.
Imaginei que ficaria acanhado, isolado em um canto, sem saber como agir. Mas logo que cheguei encontrei uma das primeiras pessoas com quem conversei sobre o Domini: A donzela vampira Monica Sicuro. Em poucas palavras, por já termos trocado letras em noites passadas, o local começou a se tornar familiar. Nos conhecemos, ou melhor, reconhecemos, e trocamos nossos primeiros autógrafos. Eu, preocupado no que dizer, escrevi o que não planejei. Mas surgiu ali, a primeira dedicatória de um livro oficial. Então, juntos, adentramos a Casa das Rosas e nos separamos, para encontrarmos com outros companheiros. Companheiros que eu também já havia conversado em poucas ocasiões.
E aos poucos, aquele medo de ser uma figura em preto e branco passou, e percebi que estava no meio de amigos conhecidos. Guardiões de outros mundos. Escritores iniciantes e experientes, juntos em uma só idéia. Harmoniosos. Estávamos à vontade, os portais estavam abertos e os outros mundos, dentre eles o nosso em sua era mais sombria, vinham à tona cada vez que o livro era aberto. Era nossa noite e nos divertimos.
Das 17h30 às 21h00, o tempo passou como um raio, cortando-nos com euforia e satisfação. Pouco foi dito uns aos outros, mas sabíamos que era apenas um início. Pois estava feito. Cada um levara um pedacinho do outro para casa. Cada um tinha uma chave para cada portal. Guardiões de um só mundo tornaram-se os detentores do conhecimento de vários.
Nos despedimos saudosos, ansiosos por experimentarmos mais um pouco daquela euforia que se esvaíra tão rapidamente. Mas levamos para casa nossa nova missão: Mostrar aos outros, cada um dos novos mundos e suas histórias.
Abrir os portais e revelar nossas mentes. Foi uma experiência inesquecível. Obrigado a todos os participantes e apoiadores por se tornarem parte de minha história e permitir que eu me tornasse parte das suas.
Lançamento e Participação na Antologia Anno Domini
Lançamento e Participação na Antologia Anno Domini
Saudações amigos,
2 comentários »Finalmente: O Mapa!
Após uma longa e atrapalhada seqüência de eventos, consegui encontrar o desenhista que procurava. Foram momentos tempestuosos até que este dia chegasse. Eu procurava, há mais de um semestre, por alguém que pudesse colocar no papel a minha visão do continente de Melkearis (O principal de Grinmelken).
E, após negociações, conversas conceituais e rascunhos com vários desenhistas, foi no traço de Valdez Oliveira que as montanhas, planícies, desertos e florestas deste mundo fantástico ganharam cor.
Apesar do desenhista ter sido extremamente ágil em seu trabalho, a concepção do mapa foi algo complicado. É engraçado como as coisas em nossa cabeça se distorcem e encaixam perfeitamente, mas quando colocamos no papel, delimitando realmente espaços e tamanhos, encontramos milhares de falhas.
Tirando o desespero inicial e as várias correções feitas ao longo do processo, foi uma experiência interessante. Tive a oportunidade de visualizar alguns detalhes que não havia percebido antes e pude revisar o cenário como um todo. Foi ótimo poder traçar o caminho tomado pelos personagens nesta primeira saga e corrigir pequenas inconsistências, antes, impossíveis de ser notadas.
Mas o mapa não é somente minha bússola para a descrição do cenário. Ele é também a primeira impressão que você, leitor terá deste belo continente.
Há pouco tempo, o Arquimago Aloudos me apresentou os pergaminhos de Loriane, a Valente, que narram a viagem que ela fez por Melkearis. Eu os vi como uma excelente forma de apresentá-los a algumas peculiaridades destas terras. Por isso irei traduzi-los e postá-los aqui à medida que o tempo permitir.
Então caro amigo, afaste-se do solo, rumo às estrelas e observe de cima, a imensidão destas terras. Lar de pessoas e seres fantásticos, prontos para revelar a vocês, suas histórias e segredos. A primeira parte de “Melkearis de ponta a ponta” já está disponível!
Ver Mapa de Melkearis
Grande Abraço!
O fim de minha jornada, enfim, torna-se o início a sua.
Ano imperial de 302, 1° dia da 1° Cavalgada da Primavera. – Tasin, Capital de Zaron
Àqueles que obtiveram a honra de tocar nestas páginas, permita-me apresentar: Sou Loriane, a valente. Dos trovadores que já caminharam por estas terras, sou a mais conhecida, dos perigos que aqui já existiram, enfrentei metade, dos vinhos que já inventaram, bebi todos.
Peço desculpas pelas manchas de gordura e bebida nas páginas a seguir, foram frutos de noites longas de trabalho para colocar aqui, a experiência de minha vida. Dediquei-me a gastar minhas botas no solo deste continente e me aventurar em cada um de seus cantos.
Muitos duvidarão do que escreverei, outros dirão que é tudo mentira. O que dizer para aqueles que tapam seus olhos e correm desesperados ao ver um dragão? Deixem-nos dizer suas bobagens, já dizia o sábio Daramascos: Falem mal, mas falem de mim!
Chega desta introdução, as páginas a seguir contém cenas fortes. Se você não vai ao cemitério à noite, ou se recusa a entrar em uma floresta que tenha elfos, então deixe estas páginas para alguém realmente corajoso.
Ah, esqueci de dizer que a honra que você terá é incalculável, caro amigo, pois eu não daria este livro a ninguém. Exceto por uma grande quantia de peças de ouro. Hum, eu também posso ter morrido… Não havia visto por este lado. Bem, se este for o caso, leve o livro para Suevastein, em Antália, caso contrário eu irei assombrá-lo pelo resto de seus dias… Eu falo sério.
O Escritor e sua Missão
Saudações,
Tenho visto em sites e blogs que muitos escritores chegam a um momento que formam uma opinião sobre sua missão, a ideologia por trás de seu trabalho. Bem, achei que seria uma boa idéia expressar minha opinião a respeito do assunto.
Existem autores que procuram a “mina de ouro” encontrada por J.K.Rowling (Harry Potter) e tantos outros autores de sucesso. Em sua maioria são autores iniciantes, bem otimistas, cheios de esperança e que ainda não fizeram um bom estudo sobre venda de livros e lucros de autores (Uma nota importante: Estou restringindo os comentários ao cenário nacional e expresso somente meu ponto de vista). Existe sim, esta possibilidade, mas é para pouquíssimos.
Temos também aqueles que sonham em ter sua história publicada, exposta em uma bela prateleira na Siciliano, na Saraiva, FNAC e nos maiores sites de venda do país.
Bem, devo dizer que os dois itens acima são desejados por qualquer escritor. Dinheiro e reconhecimento são expectativas básicas em qualquer profissão existente.
Mas também acredito que a nossa escolha de sermos escritores, traz algo mais. Um amigo meu não cansa de repetir a frase de um livro infantil: “Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas” (retirada do livro O Pequeno Príncipe, de Exupéry). E acredito piamente que isto se aplique a qualquer forma de criação que leve formas de pensamentos, fantasiosas ou não, a um público. Os melhores exemplos disto são a música e a literatura. Porém, vamos nos ater somente à escrita.
Nesta forma de comunicação, levamos ao leitor uma mensagem, um sentimento. O leitor é então modelado em sua alma durante a leitura e “sintonizado” exatamente na emoção que o autor deseja reproduzir. Temos a capacidade de fazer o leitor sofrer, temer, amar ou sorrir, levando a ele as emoções que escolhermos. E permito-me ir além e dizer que este sentimento perdura por um tempo após o livro ser fechado. O leitor estará então com o humor renovado, ou adiará ao máximo antes de apagar a luz, ou ainda, se sentirá mais incomodado ao ver uma cena cruel na TV.
Parece um poder e tanto não é? Talvez, para dar emoção a este texto, eu esteja exagerando. Talvez, se você é um leitor, já tenha identificado nestas linhas o que nós, escritores, podemos fazer.
Neste momento, volto ao tema. Providos de tal poder, qual seria a nossa missão? Eu gosto de acreditar que nosso dom em transmitir emoções por meras folhas de papel ou monitores de computador serve para ensinar lições e auxiliar no desenvolvimento do próximo. Isto é possível. Através de nossas mãos é possível alegrar uma pessoa deprimida, ou levar esperança a alguém desanimado, conscientizar o indiferente.
Se o escritor tem uma missão, ela é essa, senhores. Seja no estilo que for. Melhorar o mundo de alguma forma, leitor por leitor, palavra por palavra. Pensem nisso ao escreverem, cumpram suas missões e façam por merecer seus dons. Pois vocês são responsáveis pelos que cativam…
Grande Abraço.